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Friday, 11 September 2009

Red Bull Air Race Porto - 2009

 

Num verdadeiro fenómeno global, a Red Bull Air Race colocou as corridas aéreas num patamar de popularidade nunca antes visto. Portugal faz parte desta dinâmica e prepara-se para receber pelo terceiro ano consecutivo uma etapa do mundial. A ação volta a estar centrada nas águas do Rio Douro, entre as cidades do Porto e de Vila Nova de Gaia.

 

Depois do início no Oriente Médio, da campanha pelos Estados Unidos da América e Canadá, os ases dos ares preparam-se para regressar ao Velho Continente e cumprir a segunda metade do calendário. Primeiro foi Budapeste (19/20 Agosto), a mais histórica de todas as corridas do campeonato. Logo a seguir, é altura do “circo” da F1 dos céus se transferir de armas e bagagens para Portugal. Assim, as cidades do Porto e de Vila Nova de Gaia são, no fim-de-semana de 12/13 de Setembro de 2009, pela terceira vez consecutiva anfitriãs da Red Bull Air Race World Championship.

 

Mobilizando no ano passado cerca de um milhão de espectadores, números que fizeram história, a etapa portuguesa poderá uma vez mais revelar-se decisiva nas contas finais do título. Isto num ano de grandes novidades, com o número de pilotos a crescer de 12 para 15 (representando 12 nacionalidades) e as novas regras a tornarem tudo ainda mais emocionante.

 

De acordo com os pilotos, a etapa do Porto é já uma das localizações mais emblemáticas do circuito, o Douro transforma-se nestes dias num anfiteatro perfeito. Como habitualmente, as estruturas do evento irão ser repartidas entre o Parque da Cidade (Porto), onde é montado o Aeroporto, e as margens do rio, com a Torre de Controlo a ser erguida no Porto e as áreas de hospitalidade (Race Club e High Flyers Lounge) a regressarem a Gaia. A corrida decorrerá novamente entre a Ponte D. Luís e o viaduto de Massarelos.

 

Sem dúvida uma ótima desculpa para dar um pulinho ao Porto para rever os amigos. Eu com certeza vou estar lá.

Monday, 8 September 2008

Red Bull Air Race – Porto – 2008

Red Bull Air Race Porto 2008

 

Melhores momentos do Red Bull Air Race Porto - 2008

 

O Red Bull Air Race 2008 no Porto foi um sucesso. Mais de 800.000 pessoas foram as margens do Rio Douro no Porto e em Gaia para prestigiar esta corrida maluca. O Red Bull Air Race é uma nova modalidade desportiva, uma competição aérea, criada pela Red Bull, onde o desafio é conseguir fazer o percurso o mais rápido possível, desafiando a gravidade. Os melhores pilotos do mundo correram contra o tempo no Porto numa disputa homem a homem onde o piloto austríaco Hannes Arch venceu a etapa portuguesa da competição.
Ver a região da ribeira do Porto invadida por inúmeras pessoas deixou a cidade ainda mais bonita, não havia espaço para nada, todas as varandas das casas e espaços foram ocupados por pessoas procurando os melhores lugares para acompanhar a corrida. O evento foi um sucesso e uma nova edição em 2009 já está confirmada.
Sem dúvida um dos fins de semana mais legais que já passei em Portugal onde marcou também a comemoração do primeiro ano vivendo em terras portuguesas.

 

From Red Bull Air Race Porto 2008

 

From Red Bull Air Race Porto 2008

 

From Red Bull Air Race Porto 2008

 

From Red Bull Air Race Porto 2008

Friday, 5 September 2008

Red Bull Air Race – Porto – 2008

cartaz 
Cartaz do Red Bull Air Race – Porto – 2008

 

No ano passado eu cheguei tarde a Portugal para ir ver os Formula 1 dos céus mas este ano não vou perder este evento. O Red Bull Air Race em Portugal acontece na bela cidade do Porto e os pilotos competem na maravilhosa região da Ribeira sobre o Rio Douro, sem dúvida esta é uma das mais bonitas provas do campeonato.
O Red Bull Air Race em 2008 têm etapas em Abu Dhabi, San Diego, Detroit, Rotterdam, Londres, Budapest, Porto e Perth.
Deixo dois vídeos abaixo para terem um gostinho do evento e assim que retornar a Lisboa escrevo um post trazendo as novidades do fim de semana na cidade Invicta.


Red Bull Air Race - Porto - 2008

 

Red Bull Air Race - Porto - 2008

Monday, 8 October 2007

Cidade do Porto, boa como vinho

 

 

 

 

Sexta-feira, 05 de outubro, 10:30hs da manhã, feriado em Portugal. Acabo de chegar na cidade do Porto, no norte do país, eu e minha inseparável mochila de viagem. Sai bem cedinho de Lisboa numa viagem de trem com paisagens e cidadezinhas lindissimas vistas pela janela, chego na estação de trens São Bento na cidade do Porto e peço por uma Coca Cola numa das lanchonetes. A moça no balcão, me olha e diz:
Coca Cola?!?! Não tomas um porto? Está claro que o porto em questão é o vinho. Fiquei meio sem palavras e o tom na voz dela parecia que eu estava cometendo o mais mortal dos pecados ao chegar aqui e pedir Coca Cola e depois de tal sugestão mudei de idéia e troquei a Coca pelo vinho.
A moça lava o cálice na água fresca, mas não o enxuga. Abre a garrafa, derrama aquele liquido vermelho escuro no cálice, levanta a taça, olha o vinho contra a luz, gira uma, duas, três vezes fazendo com que o perfume da uva se espalhe pelo ar e me faz entender a importancia do momento, meu primeiro gole de vinho na cidade do Porto.
Já me sentindo um tolo por chegar ao Porto e pedir uma Coca Cola, pego a taça e coloco um pouco daquele vinho na boca, seguro o liquido por alguns momentos na minha boca antes de beber e finalmente tenho a sensação de que encontrei o meu vinho predileto. Costumo dizer que tenho um paladar infantil pois odeio coisas amargas ou muito ácidas e o vinho do porto é aquele tipo de vinho levemente adocicado, licorizado e como costumam defini-lo aqui aveludado.
Tomando aquele cálice de vinho várias perguntas vieram a minha cabeça. Há quanto tempo essas frutas foram plantadas? Quanto sol, quanto frio elas ficaram expostas? Quem as colheu? Quem as pisou? Percebo que não havia melhor jeito de começar meu mochilão pela cidade do Porto, tive a certeza que o fim de semana me reservava belas descobertas e muitos goles de vinho nesta bela cidade do norte de Portugal.
Saindo da estação, agora é o Porto, a cidade, Patrimônio da Humanidade. As ruas estreitas, sombreadas pelos casarões de quatro, cinco e até seis andares, uns grudados nos outros, com as roupas secando nas janelas. Lá embaixo, o Rio Douro, que liga a cidade a alguns dos vinhedos mais especiais do mundo. Ligando as duas margens do rio, a visão clássica da ponte D. Luís I, com sua estrutura de ferro de dois andares, cartão postal da cidade. Na boca, o gosto doce da mais antiga cidade de Portugal.
É até dificil acreditar mas o Porto é ainda mais antigo que Portugal. Escavações deram conta da presença romana nestas margens do Rio Douro no século 2 antes de Cristo. Tudo indica que Olisipo (hoje Lisboa) surgiu depois.
Junto de Portus (hoje a cidade do Porto), que possuia um pequeno cais, ficava outro lugar, na outra margem do rio Douro chamado Cale (hoje Vila Nova de Gaia). Um dia, quando já não dava para saber onde começava uma e acabava outra, deram-lhe um só nome, Portucale, que depois virou Portugal e passou a denominar não somente aquela região mas todas as terras a oeste da Hispânia (Espanha) dando origem ao nome do país.
Claro, o Porto não é mais aquele pequeno cais, dos tempos medievais. O perfil hoje é de metrópole, um aglomerado de nove municipios somando quase 2 milhoes de habitantes com edifícios modernos, baladas concorridas, motocicletas zunindo e engarrafamentos. Mas esse Porto contemporâneo, que ampara o frenesi de jovens imigrantes, continua misturado áquele Porto das velhas senhoras de preto e dos vovôs de boinas poídas.
Como Lisboa, foram nas últimas três décadas que o Porto deu seu salto de modernização. Depois da Revolução dos Cravos, que em 1974 libertou Portugal da ditadura salazarista, e com a recente entrada do país na união européia, muita coisa mudou. Mas é exatamente por essas e outras que a região formada por Miragaia, Baixa e, principalmente, Ribeira, o centro histórico da cidade, está cada vez mais interessante e valorizado. Mesmo considerando as outras construções de época espalhadas pela cidade, esse núcleo virou uma espécie de Parque Jurássico, que não apenas resgata a História, mas a vive de maneira saborosa e continua.
Graças ao rio Douro, a cidade cheira a vinho. Foi descendo nas águas generosas desse rio que, durante muito tempo, o sumo das uvas alcançou a cidade para descansar e envelhercer. Curiosamente, é na vizinha Vila Nova de Gaia que fica ao alcance dos olhos na outra margem do Rio Douro e não no Porto que o tal vinho encontrou clima ideal para consagrar sua deliciosa mágica.
Quem começou com as vinhas na região do Douro foram os romanos, por volta do ano 100 antes de Cristo. Depois, ainda antes das eras das descobertas, os conventos mantiveram a tradição. Mas ninguém conhecia ainda a técnica para se obter aquele vinho generoso, com sua variedades licorosas e o marcante cheiro da fruta. O vinho da região, apesar de já bastante apreciado em Portugal ainda era seco, sem a natureza única que o faria famoso em todo o mundo, um vinho envelhecido, macio e aveludado.
A maravilha aconteceu quando, em meados de 1650, para garantir a qualidade da bebida em viagens marítimas cada vez mais longas, alguém resolveu acrescentar aguardente nas barricas, interrompendo o processo da fermentação. Os ingleses, que andavam as turras com os franceses por causa dos altos impostos dos vinhos de Bordeaux, passaram a investir pesado na produção do vinho do Porto, um digníssimo substituto dos vinhos franceses e hoje curiosamente a França é o maior importador dos vinhos do Porto.
No final do século 17 as exportações cresceram e a cidade do Porto passou a atrair não apenas ingleses, mas também holandeses e alemães. Ao longo do século 18, aquele vinho diferente já era o produto número 1 de Portugal. E a cidade que lhe emprestara o nome expandia-se vertiginosamente. Para completar, em 1756, o ministro Marquês de Pombal impôs severo controle sobre essa emergente produção, determinando inclusive as áreas de plantio das uvas. Sem saber, ele inaugurava o que hoje se conhece como "denominação de origem controlada", uma garantia sobre a procedência e qualidade de um dos melhores vinhos do mundo, pois somente o vinho produzido com uvas plantadas nessa área demarcada pode ser considerado vinho do Porto. Era o que faltava para consagrar a sublime bebida e também a cidade.
A história do Porto esteve sempre ligada ao comércio. Primeiro como rota estratégica dos romanos. Mais tarde, nas Cruzadas, forneceu provisões para os cavaleiros a caminho da Terra Santa. Na época dos descobrimentos voltou a crescer com o comércio de especiarias. Nos últimos séculos, foi o comércio de vinhos com a Inglaterra que fez prosperar a cidade. Hoje o Porto conta com muitas indústrias e com uma intensa atividade econômica e cultural.
Essa história embriagante do casamento do vinho do Porto com a cidade do Porto não esconde outros aspectos interessantes do dia a dia dos portuenses ou tripeiros (por causa do prato tradicional da cidade, as tripas do boi). Por exemplo, a forte paixão dos cidadãos pelo Futebol Clube do Porto, cujo brasão ilustra bandeiras e flâmulas, camisetas e camisolas, toalhas de banho, bonés, chaveiros, canetas e qualquer outra superfície assinalavel, os jogadores são conhecidos como os dragões bem como o estádio tem o popular nome de Estádio do Dragão. Para acirrar os exageros de tanta paixão, a cidade cultua uma deslavada rixa com Lisboa, a capital portuguesa, fazendo comentários maldosos e oferecendo aos alfacinhas (moradores de Lisboa) vaias e caretas. Nas palavras venenosas de um jovem antendente de padaria com quem conversei, para lá da ponte D. Luís I, é África. Lisboa, no entendimento desse geógrafo improvisado já é Marrocos. Como podem ver a rivalidade é grande, os portenhos dizem ainda que Lisboa nunca vai entender o que é o orgulho de ter dado o nome à nação.
A ponte D. Luís I de 1886 é o cartão posta da cidade. Projetada em dois niveis por Teófilo Seyrig, talentoso discípulo de Gustave Eiffel (aquele mesmo da torre parisiense), a ponte D. Luis I bate em fama e aparência suas companheiras de Douro.
Como é ela que dá acesso a Vila Nova de Gaia, o fluxo de gente por ali é contínuo e atravessa-la a pé é uma coisa que ninguém deve deixar de fazer se vier ao Porto, lá de cima, a vista da região da Ribeira com suas casas coloridas voltadas para o rio é algo que vai ficar gravado na minha memória para sempre. Sem falar na visão privilegiada e o colorido dos barcos rabelos que ainda mantêm alguns barris de vinho no convés, estes barcos eram do mesmo tipo que traziam vinho em barricas Douro abaixo para envelhecer no Porto.
A rigor, o rio Douro é até mais espanhol do que português, uma pequena parte de suas águas estão em terras portuguesas. Mas apesar dos mapas, é a Portugal que ele deve a sua fama.
Além do vinho e dos limites da cidade velha, o Porto tem largas avenidas, alamedas residenciais com edificios de alto luxo, praias margeadas por palmeiras (apesar da água ser muito fria) e sinais que indicam o ingresso de Portugal no clube do Primeiro Mundo da Europa.
Para orgulho dos portuenses em 2001 o Porto foi a Capital Européia da Cultura, ao lado de Roterdam, na Holanda. A iniciativa promove, ano a ano, uma ou mais cidades atraindo investimentos extras e, invariavelmente mais turistas. O Porto foi presenteado com a Casa da Música e um dos beneficios mais valiosos foi a renovação de alguns espaços do centro histórico. Essa renovação pode ser notada numa visita ao mausoléu da Igreja da Lapa que guarda o coração de D. Pedro I.
Como a cidade foi construída sobre pedras e me faz pensar quâo improvável que uvas tão abençoadas, que dão vinho assim tão delicado, tenham sido cultivadas em solo tão pedregoso, a Cidade do Porto jamais viu a terra tremer e, muito mais que sua rival Lisboa, devastada por um terremoto em 1755, pôde manter intocados os seus tesouros. Não são poucos, charmosas ruas medievais, mansões barrocas e igrejas cobertas de azulejo. Foram coisas assim, emolduradas por uma atmosfera nostálgica, que renderam ao Porto o título de Patrimônio da Humanidade em 1996.
É verdade que, por influência de ingleses que se estabeleceram na cidade há quase 300 anos, controlando o comércio do vinho do Porto, o portuense é uma espécie de português à milanesa, português por dentro e inglês por fora. Por dentro, uma alma temperada de aventuras marítimas. Por fora, um verniz aristocrático e eclético que inclui o tradicional chá da tarde (yes, yes, very british...), cafés em estilo art nouveau e livrarias imponentes. Pelo menos a culinária graças a Nossa Senhora de Fátima se manteve portuguesa, come-se muito bem no Porto, tirando isso dá para se pensar que a cidade é uma sucursal do Reino Unido.
Outra marca da cidade é a fusão do antigo com o moderno, bondes e carros de último tipo trafegam pelas ruas, shoppings contrastam com casas com fachadas em azuelejo, enquanto hotéis de grandes cadeias internacionais perfilam ao lado de antigas pensões com plaquinhas na porta.
Enfim, se vier a Portugal, uma visita a cidade do Porto é mais do que recomendada e lembre-se de nunca pedir Coca Cola numa lanchonete.
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Fim de semana no Porto

 

 

 

 

O fim de semana no Porto foi muito giro, muito fiche. Se você não entendeu o que eu quis dizer não se preocupe. Estas são girias usadas atualmente aqui em Portugal, quer dizer legal, maneiro, da hora.
Durante o fim de semana tive a oportunidade de conhecer a galera do Couchsurfing da cidade do Porto. Na noite de sexta para sábado fiquei na casa do Pedro Guimarães, professor, gajo (cara) muito fiche. Me mostrou o centro histórico da cidade e me deu explicações que so um local saberia informar. Foi muito agradável conhecê-lo.
Na noite de sábado para domingo fiquei na casa da Fatima, rapariga muito simpática, médica (anestesista) e também uma pessoa muito fiche. Adorei conhecê-la também. Iniciamos até uma conversa para planejarmos um reveillon no Marrocos, espero que dê certo pois seria muito fiche viajar com esta alegre rapariga.
No sábado a noite fui com a Fatima até Guimarães num encontro dos Couchsurfers do norte de Portugal, galera muito fiche, jantamos num restaurante de Guimarães e conheci outros couchsurfers muito legais.
Vou me controlar e não escrever nada aqui sobre Guimarães, mas fiquei apaixonado pela cidade, uma cidade medieval, bem pequena, girissima.
Definitivamente vou ter que voltar ao norte de Portugal para conhecer melhor Guimarães e Braga.
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O Rio Douro

 

 

 

 

O rio Douro (Duero, em castelhano) é um rio que nasce em Espanha, na província de Sória, nos picos da Serra de Urbião a 2.080 metros de altitude e atravessa o norte de Portugal. A foz do Douro é junto às cidades do Porto e Vila Nova de Gaia. O rio tem 850 km de comprimento e vê-lo desaguar no atlântico é uma imagem fantástica.
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Ponte D. Luís I

 

 

 

 

A necessidade de haver uma travessia permanente entre as duas margens do Douro para circulação de pessoas e mercadorias, levou à construção da Ponte das Barcas em 1806, anteriormente a travessia do rio fazia-se com recursos a barcos, jangadas, barcaças ou batelões. A ponte era constituída por 20 barcas ligadas por cabos de aço e que podia abrir em duas partes para dar passagem ao tráfego fluvial. O aumento do tráfego exigiu a construção de uma ponte permanente o que levou à construção da Ponte pênsil em 1843, desmantelada anos mais tarde após a abertura da Ponte Luís I em 1886, a ponta mais antiga da cidade que permanece em atividade. Primitivamente servida como ligação rodoviária entre as zonas baixa e alta de Vila Nova de Gaia e do Porto e, de uma forma mais geral, entre o norte e o sul do país, durante largas décadas. A partir da segunda metade do século XX, no entanto, começou a revelar-se insuficiente para assegurar o trânsito automóvel entre as duas margens, tendo sido substituída por outras pontas e após adaptação passou a ser utilizada pelo metrô do Porto.
Hoje em dia é conhecida como cartão postal da cidade do Porto.
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Voltando para Lisboa


Chegar ao Porto de trem partindo de Lisboa é muito prático. A viagem dura 02:40hs e viaja-se muito comfortavelmente em trens turísticos que ligam as cidades de maneira muito rápida e prática.
Altamente recomendável.

Dali no Porto

 

 

Estando na cidade do Porto e sabendo que até o próximo dia 04 de novembro está no Palácio do Freixo uma exposição com 285 obras originais deste polêmico artista espanhol e não ir até lá seria uma pena.
O trabalho de Dalí chama a atenção pela incrível combinação de imagens bizarras, tinha uma reconhecida paixão por atitudes e por fazer coisas extravagantes destinadas a chamar a atenção, o que por vezes aborrecia aqueles que apreciavam a sua arte, ao mesmo tempo que incomodava os seus críticos.
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Casa da Música

 

 

A Casa da Música é a principal sala de espetáculos do Porto. Foi projetada pelo arquiteto holandês Rem Koolhaas e construída como parte do projeto Porto Capital Europeia da Cultura em 2001 (Porto 2001), imediatamente transformou-se num ícone na cidade.
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Francesinha


Francesinha é um prato típico da cidade do Porto baseado numa tosta francesa, que supostamente foi recriado por um cozinheiro emigrante retornado de França.
A Francesinha é constituída por linguiça, salsicha fresca, fiambre, carnes frias e bife de vaca, ou em alternativa, lombo de porco assado e fatiado, coberta com queijo (posteriormente derretido). É normalmente guarnecida com um molho à base de tomate, cerveja e batatas fritas.
Um pouco calórico mas muito saboroso. Não preciso nem dizer que deve ser acompanhado por uma taça de vinho do Porto.

Estádio do Dragão




Este é o Estádio do Dragão, sedo do Futebol Clube Porto, foi construído para substituir o Estádio das Antas e foi inaugurado em 2003 num jogo contra o Barcelona.
O estádio foi projectado pelo arquitecto Manuel Salgado e custou cerca de 98 milhões de euros, durante a construção, houve uma viva discussão sobre o nome a dar ao estádio. Estádio das Antas, Novo estádio das Antas e estádio Pinto da Costa foram alguns dos nomes propostos. Pinto da Costa recusou o seu próprio nome e escolheu Dragão por referência ao dragão que figura nas armas da cidade e no emblema do clube.
Infelizmente não conheci entrar no estádio pois estive lá no período da manhã e as visitas só iriam começar as 14:00hs. Fica para uma próxima vez.

Palácio de Cristal

 

 

O Palácio de Cristal foi um antigo edifício que existiu na freguesia de Massarelos, na cidade do Porto, em Portugal. Inaugurado em 1865, o Palácio de Cristal original acabou por ser demolido em 1951 para dar lugar ao Pavilhão dos Desportos, hoje Pavilhão Rosa Mota.
O Palácio de Cristal, da autoria do arquitecto inglês Thomas Dillen Jones, foi construído em granito, ferro e vidro, tendo o Crystal Palace londrino por modelo.
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Café Capitólio

 

Estava eu andando de ônibus pela cidade do Porto quando olhando pela janela vi este café, foi uma reação quase involuntária, pulei do banco e puxei a cordinha para o ônibus parar.
Como assim? Café Capitólio no Porto? Tive que descer e ir até lá fazer uma visita.
Foi um momento nostálgico onde por alguns minutos me senti próximo de casa novamente.
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Estação São Bento - Azulejos

 

 

Estas fotos foram tiradas na estação de trem São Bento na cidade do Porto.
O átrio está revestido com vinte mil azulejos historiados do pintor Jorge Colaço. É um dos mais notáveis empreendimentos artísticos que marcou o início do século XX.
No sentido de amenizar a impressão da nobreza do granito utilizado na fachada majestosa do edifício, recorreu-se à tradição da azulejaria portuguesa para decorar a sala de visitas da cidade para quem chega aqui de trem.
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Thursday, 4 October 2007

Próxima paragem, Porto


Minha mochila, fiel companheira de viagens.

Se tivesse que definir este ano da minha vida com base em minhas viagens, diria que este será o ano do vinho.
Estive recentemente em Mendoza na Argentina conhecendo os vinhos daquela região, pouco mais de dois meses depois aqui estou eu indo conhecer a cidade do Porto. Cidade do norte de Portugal, segunda maior cidade do país e também famosa por seu vinhos conhecidos mundialmente.
Vou aproveitar que nesta sexta-feira (05/10/2007) é feriado aqui em Portugal e terei três dias livres e vou fazer esta viagem. Vou de comboio (trem), numa viagem de 02 horas e 40 minutos a partir de Lisboa. Esta será a primeira viagem de trem da minha vida, claro que estou cansado de andar de metrô em São Paulo e mesmo aqui em Lisboa, mas uma viagem de trem mais longa como esta vai ser diferente e de qualquer forma será uma nova experiência.
Graças ao Couchsurfing terei lugar para ficar nas duas noites que estarei no Porto, na primeira noite vou ficar na casa do Pedro e na segunda noite vou ficar na casa da Fatima, dois couchsurfers que moram no Porto. No sábado vou inclusive pegar uma boleia (carona) com a Fatima e ir participar do encontro dos Couchsurfers de Guimarães, cidade próxima ao Porto.
Podem me chamar de louco mas eu adoro o Couchsurfing, adoro as pessoas envolvidas neste projeto e dispostas a tornar o mundo um lugar menor e melhor a cada dia. Acho maravilhoso as pessoas abrirem as portas das suas casas para completos estranhos e ajudar os viajantes a conhecerem as cidades onde moram. Tanto nas vezes que surfei (fiquei na casa dos outros membros) quanto nas vezes que hospedei (recebi os viajantes na minha casa) fiz ótimas amizades e houve uma troca de cultura muito grande.
Tenho certeza que será um fim de semana muito legal onde conhecerei uma outra cidade de Portugal e muita gente legal pelo caminho.
Assim que retornar eu coloco as fotos aqui e escrevo o que achei da cidade do Porto, aguardem...
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