My dream is having all this map painted in red

Sunday, 23 September 2007

O lado moderno de Lisboa

 

 

 

 

Engana-se quem pensa que Lisboa não tem sua região moderna, nem tudo são somente construções antigas que remontam ao passado brilhante dos descobridores portugueses.
Lisboa sediou a última grande feira do século XX, a Expo 98. Não, não se tratou de uma feira de rua, dessas com bancas de doces nas esquinas e, no caso de Portugal, bacalhau pendurado nas barracas. Tampouco tem a ver com outras tantas feiras culturais pelo mundo afora, quase todas específicas, complexas. Nada disso. A Expo 98 não foi um simples evento, mas sim um acontecimento mundial, uma espécie de Olimpíadas sem disputas, já que praticamente todos os países do mundo estiveram aqui, expondo suas peculiaridades. Por causa da Expo, a capital portuguesa foi toda remodelada. Ganhou, inclusive, outra area agregada e muito mais moderna, uma enorme área construída especialmente para a feira que vocês podem conferir nas fotos acima, às margens do Rio Tejo, que só de espaço tem o equivalente a noventa campos de futebol. No total, são cinco pavilhões de exposições, cada um deles maior do que o Anhembi, de São Paulo, várias alamedas, duas avenidas, mais de vinte restaurantes internacionais, prédios que depois viraram apartamentos residenciais, calçadões, fontes, jardins, anfiteatros para shows ao ar livre e até o maior oceanarium da Europa (e o segundo do mundo), que reproduz as principais características dos grandes mares do planeta. No caso, a razão para o aquário está no próprio tema da feira: os oceanos. Daí, aliás, a escolha de Portugal, berço das grandes navegações do passado, para sediar a última grande feira mundial do século XX.
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