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Saturday, 15 September 2007

Mosteiro dos Jerônimos

 

 

 

 

Monumento à riqueza dos Descobrimentos, o Mosteiro dos Jerónimos situa-se em Belém, Lisboa, à entrada do Rio Tejo. Constitui o ponto mais alto da arquitectura manuelina e o mais notável conjunto monástico do século XVI em Portugal e uma das principais igrejas-salão da Europa.
Os elementos decorativos são repletos de símbolos da arte da navegação e de esculturas de plantas e animais exóticos.
Encomendado pelo rei D. Manuel I, pouco depois de Vasco da Gama ter regressado da sua viagem à Índia, foi financiado em grande parte pelos lucros do comércio de especiarias. Escolhido o local, junto ao rio em Santa Maria de Belém, em 1502 é iniciada a obra com vários arquitectos e construtores, entre eles Diogo Boitaca e João de Castilho que substitui o primeiro em 1516/17. No reinado de D. João III foi acrescentado o coro alto. O nome tem origem por ter sido entregue à Ordem de São Jerónimo, nele estabelecida até 1834. Sobreviveu ao terremoto de 1755 mas foi danificado pelas tropas invasoras francesas enviadas por Napoleão Bonaparte no início do século XIX.
Inclui, entre outros, os túmulos dos reis D. Manuel I e sua mulher, D. Maria, D. João III e sua mulher D. Catarina, D. Sebastião e D. Henrique e ainda os de Vasco da Gama, de Luís Vaz de Camões, de Alexandre Herculano e de Fernando Pessoa.
Desde que cheguei a Lisboa essa é a construção que mais me impressiona pela riqueza de detalhes contidas na sua fachada. Todos os dias passo em frente ao Mosteiro dos Jerônimos quando vou e volto do trabalho e todas as vezes fico extasiado com tamanha beleza e intrigado sobre como muitos séculos atrás conseguia-se fazer uma construção tão suntuosa quanto aquela.
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